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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Túnel do tempo: Força policial de Acari



Do acervo de Ademi Bezerra, uma foto sensacional reunindo a força policial de Acari, nos meados do século passado.

Na foto: Tenente Zacarias, Basto Soldado, Zé Raposa e o menino é Boca de Silvino Nunes.

(Foto: Acervo de Ademi Bezerra via Histórias e estória de Acari)


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Túnel do tempo: Praça dos Janduís


Que tem menos de quarenta anos talvez tenha dificuldades em se lembrar desse quadro que ora mostro na foto acima.

Trata-se do lugar ao lado da Maternidade e onde hoje está o "Posto de Saúde" Dr. Odilon Guedes da Silva, construído no segundo mandato do prefeito José Braz Filho, isso há quase três décadas. O posto, salvo a memória, foi inaugurado em 1984.


Quem foi criança naqueles dias de antes da dita obra, principalmente menino, sabe da importância desse lugar.

As algarobas fechavam as suas copas muitos metros acima das nossas cabeças, trazendo uma sombra boa e completa, debaixo da qual passávamos o dia quase todo jogando futebol, ou em correrias de outras brincadeiras.



O lugar atraía meninos dos quatro cantos da cidade, sendo que todos nós respeitávamos o direito de "donos" dos que moravam em suas adjacências, principalmente os moradores da antiga "Rua do Rio" (que pega aquele "L" com as casas conjugadas onde mora até hoje Chiquita mãe de Coquinho, indo até a casa de Seu Elói (in memoriam).
Em seu livro ACARI - Fundação, história e desenvolvimento (Editora Pongetti - 1974), o autor Jayme da Nóbrega Santa Rosa defendeu que o nome desse lugar deveria chamar-se "Praça dos Janduís" (pág. 113).


E depois, numa das notas de rodapé (pág. 117), explica assim:
"Mantém-se a sugestão de dar nome de Praça dos Janduís ao logradouro onde com toda a evidência começou a edificar-se o aglomerado que é hoje o Acari. Representa homenagem aos nossos intrépidos antepassados da selva nativa" (Ipsis litteris).

(Por: Jesus de Miúdo/ Via: Histórias e estórias de Acari)




quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Túnel do tempo: Zeladores(as) do Apostolado da Oração de Acari

Zeladores e zeladoras do Apostolado da Oração de Acari.

A foto foi registrada no dia 08 de Julho de 195, dia da Festa do Sagrado Coração de Jesus.


Foto: (Acervo Casarão Dos Fortunatos via História e estórias de Acari)



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Túnel do tempo: Lembrança do Cinquentenário do Apostolado da Oração de Acari

Lembrança do Cinquentenário do Apostolado da Oração de Acari


 Era o ano de 1949, o mês de julho, e Acari já se preparando para a Festa de Agosto. 

Note-se que a imagem da padroeira ainda continha muito de suas cores/detalhes originais, agora integralmente resgatadas pelos restauradores em todo o seu esplendor e beleza.

(Arquivo pessoal de Jaime Emanuel Araujo)


sábado, 6 de julho de 2013

Túnel do tempo: Atlético Clube Acariense

Este foi um dos grandes e melhores times já formado em nossa cidade, equipe que foi fundada por um dos grandes desportista acariense MANOEL POPINHA, jogando vários amistosos na região perdendo apenas 01 vez para o Palmeiras da Boa Vista.

Depois Arivaldo Bezerra e Chaguinha de Pilóia assumiram o comando da equipe, no Campeonato Municipal de 1989 foi Campeão do Torneio Início e Vice-Campeão do 1º Turno, afastando-se do Campeonato no 2º Turno devido a forças maiores dentro e fora de campo.


Em pé: Toinho, Matéa, Ari do Hospital, Fidélis (Carnaúba dos Dantas), Nedalvan, Nildo, Mário César, Lairton e Neto de Margarida (In Memoriam).

Agachados: Babau, Nenilvan, Nenen de Catolé, Júlio César, Juninho (Carnaúba dos Dantas), Tunea e Adriano (In Memoriam).

Faltou nesta foto o artilheiro do time no Campeonato que foi Altair com 10 gols apenas no 1º Turno e nosso goleiro titular Netinho.


(Fonte: Esporte Acari)


sábado, 29 de junho de 2013

O primeiro Rei do Cangaço nas ribeiras d’Acauã em Acari

Das quatro vezes que se tem notícias que o primeiro Rei do Cangaço, Antônio Silvino, perscrutou em andanças pelos vales potiguares, em duas delas passou pelas ribeiras d’Acauã, em Acari. 

Em ambas, não visitou a sede da cidade. Talvez ocorreram até mais, as incursões nesses solos de Poty.

Mas, somente quatro estão registradas no livro do escritor Sérgio Augusto de Souza Dantas, cujo título é Antônio Silvino – O Cangaceiro, O Homem, o Mito.

Antônio Silvino(ao centro) e alguns de seus captores em 1914
É fazendo a prazerosa leitura que podemos saber da fantástica e corajosa resposta que o Coronel Silvino Bezerra mandou para o Governador do Sertão, como o cangaceiro também era conhecido.

Pois Antônio Silvino havia mandado o Coronel Manoel Bezerra de Araújo Galvão fazer a coleta na cidade.

O coronel encontrou-se com o senhor Cypriano Pereira e as exigências lhe foram confiadas e levadas ao conhecimento do chefe político de então. O Coronel Silvino Bezerra, não se intimidando com a fama do Capitão do Mato, outro epíteto de Antônio Silvino, mandou dizer-lhe a ordem que saísse da cidade imediatamente.

Também no livro descobrimos, quase que boquiabertos, da coragem sem igual de Félix Pereira, delegado e pai do Dr. Félix Bezerra, esse último na época promotor de Acari-RN que se encontrando sozinho com o cangaceiro e seu bando, tendo apenas a vasta caatinga como testemunha, negou-lhe o mesmo pedido e ainda se identificou como delegado da cidade.

E foi sobre a marcha de Antônio Silvino, depois do episódio com o delegado que iremos contar.


Vicente de Paula Araújo, conhecido em nosso meio como Vicente Aprígio, ou mesmo Vicente de Benedita; filho de Tereza Pires Galvão, ela filha de Antônio Pires de Albuquerque Galvão (Major Pires) e terceira esposa de Manoel Aprígio de Araújo Galvão; contou-me que por diversas vezes ouviu da boca de sua mãe a singular narrativa de fato acontecido num finalzinho de tarde do mês de novembro de 1914, no lugar chamado Carnaubinha, nesse município de Acari. 

Dona Tereza contava que estava o Major Pires sentado em seu alpendre, já em roupas de dormir, quando viu um morador da fazenda vizinha se aproximando com alguém desconhecido. O morador atendia pelo nome de Caboclo e, achegando-se mais, foi logo apresentando o companheiro de jornada:

- Major, esse é o Capitão Antõe Silvino.

A princípio o major pareceu sofrer um baque, ouvindo o nome do Rifle de Ouro, outro apelido do cangaceiro, ficando de olhos serrados em Caboclo, sem pestanejar e mudo. Conhecia bem a fama de facínora que o homem apresentado tinha. Estaria descrente, ou já totalmente rendido?

Mesmo assim, sentenciou com voz vacilante ao morador:

- Hômi, deixe de brincadeira, Caboclo!

Então, o cangaceiro se apresentou e até brincou com o major que, a essa altura, se mostrava temeroso em demasia e tremendo muito. Garantiu-lhe que a visita era de paz e, talvez depois de algum sinal, num instante a cabroeira saiu de dentro do mato e se juntou no alpendre, fazendo o major acreditar de vez na conversa dos dois homens, contudo se acalmando.

Logo foi servido soberbo café para todos, com ovos, carne seca com farinha e os bolos que havia na casa, mais bolachas e biscoitos, além de leite e queijo de coalho. No entanto, apenas o próprio Antônio Silvino entrou na sala do major e dividiu a mesa com o mesmo, acautelando-se de sentar de frente para a porta, trocar as xícaras com o major e só iniciar a sua refeição após o dono da casa. A chusma de cabras continuou no alpendre, com suas armas reluzentes, ainda segundo Dona Tereza contava ao filho Vicente.


Satisfeita a fome de todos, o major perguntou-lhe se ainda queria alguma coisa. Já escurecendo, Antônio Silvino olhou por uma janela que dava para dentro do curral. Ali divisou um boi manso, de carroça, e pediu apenas o valor do animal. Recebeu assim 50$000 (cinquenta mil réis).

Noite feita, o cangaceiro pediu um guia ao major. Queria alcançar a Paraíba o mais breve possível. O major designou Manoel Inácio, seu vaqueiro de confiança, e combinou que pela Estrada do Bico seria o melhor caminho. Entretanto, quando alcançaram o meio do mato, Antônio Silvino indagou ao vaqueiro guia se havia uma outra estrada, e segredou a Manoel Inácio que sentira “falsidade no abraço daquele homem”, sem dizer, porém, de quem falava.

O guia considerou o pedido e acabou levando o bando por outras veredas e assim, sem saber e sem querer, ajudou-o a desviar-se do grupo comandado pelo delegado Félix Pereira e seu filho, o promotor Félix Bezerra, que lhe esperava no lugar chamado Boqueirão, na fazenda Bico da Arara. 


Horas mais tarde, chegava à casa do Major Pires o senhor Francisco Elviro, irmão de Dona Tereza, vindo de sua propriedade nas adjacências da Serra do Bico da Arara, dando conta que havia sido parado pelo grupo do promotor e que, por ter sido confundido com cabra de Antônio Silvino, teve armas postas sobre ele. Dizia ter escapado por pouco.

Dessa fuga, que se deu pelo começo do mês de novembro de 1914, o bando atravessaria a Paraíba e entraria em Pernambuco.

Ali, no dia 27 de novembro do mesmo ano, Antônio Silvino seria alvejado e preso pela polícia.


(Fonte: Acari do Meu Amor/ Via Página O Cangaço)


Túnel do tempo

Homenagem à Pátria, 5ª feira, dia de cantar com amor e respeito o HINO NACIONAL no Grupo Escolar Tomaz de Araújo.

(Foto: Arquivo EETA)


sábado, 22 de junho de 2013

Túnel do tempo: Primeira "sangria" do Açude Marechal Dutra

Primeira "sangria" do Açude Marechal Dutra - Gargalheiras


Considerado uma das 7 maravilhas do RN, o Açude Marechal Dutra, o açude é resultado do fechamento do Rio Acauã, no ponto em que as Serras do Abreu e do Gargalheiras mais se juntam, formando assim o represamento de 44 milhões de metros cúbicos de águas que dão origem ao Açude Marechal Dutra, para abastecer as cidades de Acari e Currais Novos. O Rio Acauã faz parte da Bacia do Rio Piranhas-Assu que corta a região do Seridó.

(*)Histórico

Em função da seca de 1877, no ano de 1909, especificamente no governo de Nilo Peçanha é criada a IOCS - Inspetoria Nacional de Obras Contra as Secas, através do Decreto 7.619 de outubro de 1909, cuja finalidade de estudar a problemática do semi-árido. O DNOCS recebeu ainda em 1919 (Decreto 13.687), o nome de Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas - IFOCS antes de assumir sua denominação atual, que lhe foi conferida em 1945 (Decreto-Lei 8.846, de 28/12/1945), vindo a ser transformado em autarquia federal, através da Lei nº 4229, de 1º/06/1963.  

O DNOCS, conforme dispõe a sua legislação básica, tem por finalidade executar a política do Governo federal, no que se refere a: beneficiamento de áreas e oobras contra as secas e inudações; irrigação; radicação de população de irrigantes ou em áreas especiais, abrangidas por seus projetos; subsidiariamente, outros assuntos que lhe sejam cometidos pelo Governo Federal, nos campos do saneamento básico, assistência às populações atingidas por calamidades públicas e cooperação com os municipios.

(...) Em atendimento aos apelos de uma comissão acariense, que lutava junto aos orgãos federais e estaduais, pela construção de uma barragem que pudesse dá sustentabilidade ao povoado, foram feitos os primeiros estudos para a construção e concretização do grande sonho. Feita a primeira planta topográfica da barragem, assinada pelo engenheiro Benjamim Piquet Carneiro, foi consignada uma verba de 900.000$.000 (novecentos contos de réis), no orçamento da União, para o trabalho de construção do açude. 

A primeira planta do refrido açude é do ano de 1909. Da planta à inauguração do açude, os moradores tiveram que esperar 50 anos para sua conclusão, que se deu em 1960, ano de sua inauguração, inclusive com sua primeira sangria no dia 23 de março, com uma lâmina de 1,11mm.

A origem da palavra 'GARGALHEIRAS' é muito discutida, tendo em vista haver duas controversias, uma diz que o termo é originado do fato de estar localizada na 'garganta' das duas serras, outra diz que vem das 'coleiras ou gargantilhas que eram usadas pelos antigos escravos'.

(Foto: Arquivo pessoal de Marcondes Silva)
(Fonte: PHG)


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Túnel do tempo

Fotografia de uma Festa de Nossa Senhora da Guia nos meados da década de 80.

(Foto: Facebook da Paróquia de Acari)



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Passeio virtual pelo Museu Histórico de Acari

Passeio virtual pelo Museu Histórico de Acari, gravado por Florizel Medeiros em 27 de abril de 2013, com o uso de uma câmera de alta definição.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Túnel do tempo

José Gonçalves de Medeiros


JOSÉ GONÇALVES é o filho mais velho de uma família de 12 irmãos. Seus pais: o telegrafista Mário Gonçalves e Porfíria Pires Galvão. Nasceu em 18 de dezembro de 1919, em Acari (RN). Faleceu aos 31 anos de idade, a 12 de julho de 1951, em Sergipe, no acidente aéreo que vitimou o Governador do RN, Dix-Sept Rosado, de quem era Secretário de Imprensa do seu governo.

Aos 11 anos, José Gonçalves foi admitido no Seminário de São Pedro, em 
Natal. Porém, a trajetória como seminarista foi curta. Pouco tempo depois foi transferido para o Colégio Ateneu, onde iniciou suas atividades literárias, escrevendo para o jornal da Academia de Letras da instituição.

Do Ateneu foi para João Pessoa e depois para Recife, onde exerceu suas duas principais atividades: a política e a literatura. Na primeira, foi ativo combatente da ditadura Vargas. Na segunda, deixou poemas, crônicas e contos publicados nos jornais daquela capital.


Dos poemas, o mais conhecido é o "Despedida do pássaro morto" e dos contos, "Menino em dezembro".

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Túnel do tempo

Por: Antão Lopes via Facebook

 Faço aqui um pequeno relato de um cidadão que conheci ma minha infância, este cidadão Cruzetense que tinha Acari também como referência de sua convivência, quantas vezes ele passava na casa onde nós morávamos lá no Campo de Aviação, ele repousava durante o dia, enchia a pança pois ele era um grande comedor, podia botar comida numa terrina grande que ele não deixava nada, e a noite ele pernoitava pra no outro dia depois do café da manhã seguir viagem com seus grandes matulões, este homem era e é na foto JOSÉ MANUINO, mais conhecido por ZÉ BURRALHEIRO.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Túnel do tempo

Sangria do Açude das Oiticicas, mais conhecido como Açude da Santa em 21/04/2011


(Foto: Aninha Silva)

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Túnel do tempo #14

Última aparição pública do saudoso Côn. Deoclides, na Festa do Rosário (01/01/1997)


(Foto: Arquivo pessoal de Canindé Crisanto)

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Imagem do dia

Objetos próprios da economia do queijo, no Museu do Sertanejo
Foto: Francisco Souza

Parte integrante da paisagem e da memória afetiva acariense, o antigo paço e cadeia foi tombado pelo IPHAN em 16 de junho de 1964 e restaurado em 1980, transformou-se em museu em 1990. Desde então divulgam a história das duas antigas principal fontes econômicas do município: a criação de gado e o cultivo do algodão.

terça-feira, 23 de abril de 2013

sábado, 6 de abril de 2013

Túnel do tempo #12


D. Eugênio Sales celebrando o seu Jubileu de Ouro de Sagração Episcopal, EM 15.08.2004, na Matriz de Nossa Senhora da Guia, onde foi batizado.


(Fonte/Foto: Paróquia de Acari)

sábado, 16 de março de 2013